A maioria das decisões que
fazemos na vida diária podem ser guiadas pelos preceitos, promessas ou
princípios encontrados nas Escrituras. Quanto melhor conhecemos a Palavra de
Deus, melhor conheceremos a vontade de Deus.
O capítulo 18 conecta-se ao
capítulo 16, pois o capítulo 17 ainda não aconteceu. Lembre-se de que Jesus
estava sendo rejeitado e dirigindo-se para a cruz. Tudo, portanto, está
mudando. Aqui eles estão sendo ensinados de como deveriam agir nesta nova
situação... um real contraste com suas velhas maneiras judaicas.
Mt 18:1-6 A humildade nos
ensina que devemos ser como crianças.
Mt 18:7-14 O ego é causa de
muitos problemas. O Senhor mostra aqui que se quisermos aprender dEle, devemos
estar dispostos a nos humilharmos.
Mt 18:15-20 Instruções para
quando um outro crente lhe ofender. O primeiro passo não é ficar falando mal
dele, mas ir tratar diretamente com ele. Quantas tristezas evitaríamos que
seguíssemos esta instrução. Quanta restauração haveria entre os crentes! A
assembléia aqui significa aqueles crentes que estão reunidos pelo Espírito de
Deus para o nome do Senhor Jesus, como efetivamente aconteceu quando Ele, o Espírito
Santo, desceu ao mundo (Atos 2:1-4 e 1 Co 12:13). Quanta desobediência vemos
hoje quando a igreja encontra-se dividida em centenas de denominações. Acaso
não se trata da mesma incredulidade que temos visto nos discípulos neste Livro
de Mateus? Há poder no meio de até mesmo dois ou três reunidos assim. As
decisões podem não ser sempre corretas, mas a autoridade está ali.
Mt 18:20 O nome para o qual
estamos reunidos. Não diz que "nos reunimos", pois não se trata de
uma associação voluntária. O Espírito de Deus nos reúne. A pergunta é, estamos
dispostos a crer nisto e deixá-Lo agir?
Mt 18:20-22 Deus estava
querendo perdoar Israel, mesmo depois de terem crucificado Seu Filho amado -
Atos 3:19:21. Se Deus está perdoando assim, não deveríamos fazer o mesmo?
Mt 18:23-35 Uma ilustração do
que foi dito acima. Se convertermos aquele dinheiro em moeda de hoje,
entendemos do que se trata. O primeiro homem devia cerca de dez milhões de
dólares. Uma figura da dívida do nosso pecado para com Deus, que Ele graciosamente
nos perdoou. O segundo homem devia vinte dólares. Como as dívidas que temos uns
para com os outros.
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