Pai, faça-me sensível à
eternidade, para que eu possa ver além desta pequena caixa em que vivo.
Mc 14:1-2 Em dois dias a grande
celebração anual da Páscoa iria acontecer. A Páscoa havia sido guardada
periodicamente desde que Moisés recebeu pela primeira vez as instruções de
Deus, cerca de 1.300 anos antes disto. Cada Páscoa lembrava Deus de Seu amado
Filho que iria morrer. Deus faz com que levem adiante seus malévolos planos
exatamente no dia em que a Páscoa era sacrificada.
Mc 14:3-9 Alguns calcularam o
custo deste perfume; o que um trabalhador poderia ganhar em um ano. Embora os
discípulos pudessem estar sentindo o ódio crescente dos líderes contra Jesus,
esta mulher, provavelmente Maria (João 12:1-8) sabia que aquilo iria significar
morte. E seu amor por Jesus era tão forte que ela entendeu a verdadeira situação
melhor que os discípulos. Algo mais - não encontramos esta Maria na sepultura
de Jesus, procurando entre os mortos. Ela sabia e se recordava dEle vivo.
Mc 14:10-11 O oposto - um
coração que não está puro. Embora nenhum dos discípulos pudesse ver qualquer
diferença na vida de Judas, agora os segredos de seu coração são revelados.
Mc 14:12-25 Vemos agora o que
havia no coração do Senhor... amor e preocupação para com Seus seguidores. Ele
deve mostrar a eles como irá Se entregar por eles. Assim Ele começa algo de
novo aqui... a recordação dEle por Seus seguidores durante o longo período
entre Sua cruz e Seu retorno. Descansamos na obra terminada da primeira, e com
gozo aguardamos o segundo. Tomar do pão e do vinho a cada Dia do Senhor é a
conexão que fazemos com ambas as coisas. Na verdade, o versículo 21 é a Páscoa.
Do 22 ao 25 é a recordação do Senhor de uma nova maneira. Na Páscoa eles
recordavam o cordeiro, mas no pão e no vinho, eles celebravam a memória dEle!
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